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IPP e E&O assinam Protocolo de colaboração
 
IPP e E&O assinam Protocolo de colaboração
 

A assinatura do Protocolo entre o IPP e a E&O teve lugar ontem, dia 17 Novembro, na Sala de Actos do IPP em cerimónia pública em que estiveram presentes personalidades convidadas pelas duas Entidades. A cerimónia foi presidida pela senhora Professora Fátima Morgado, Presidente do Conselho Geral IPP.

A senhora Presidente do IPP, Professora Rosário Gambôa, abriu a cerimónia, salientando a importância da assinatura deste Protocolo. Primeiro, por ser com uma ONGD, segundo pelo facto de se tratar de uma Organização que nasceu numa das Escolas, o ISEP. Salientou ainda a importância das questões sociais, que no se entender devem ser sempre preocupação primeira, quer no nosso País, quer nos países de expressão portuguesa, com os quais aliás, o IPP sempre privilegiou contactos e parcerias. Afirmou o seu apoio às intervenções que possam ser feitas, com apoio do IPP, a nível da Educação e da Cooperação para o Desenvolvimento, dado que o IPP deve continuar a ser um motor de desenvolvimento educativo, social, cultural e económico. Por último, fez notar que, a partir da assinatura deste Protocolo, estão criadas condições para desenvolver actividades concretas, para projectos comuns, em áreas a identificar, como resultado de uma pesquisa comum.


O Presidente da E&O começou por historiar o percurso da Organização, desde 2005. Referiu a importância de preservar a Missão da E&O, referindo a propósito, o sucesso da intervenção a vários níveis, desde 2007, em Projectos nacionais e internacionais. Detendo-se na análise do que deve ser uma verdadeira Cooperação para o Desenvolvimento, referiu que ela se deve ajustar ao cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, assumidos no ano 2000, na Declaração do Milénio, afirmando que os ODM têm funcionado como elemento agregador e sintetizador de uma multiplicidade de metas, as quais vêm sendo enquadradas nos programas de actividades dos doadores internacionais. Defendeu ainda, a adopção de políticas de Cooperação para o Desenvolvimento, com base na equidade, transparência, alinhamento das políticas dos doadores com as prioridades dos beneficiários, uma ajuda liderada pelos parceiros, harmonizada e alinhada, focalizada nos mais pobres, previsível, desligada, canalizada através de instituições eficazes e focalizada nos resultados. Sustentou que estes princípios e conceitos, estão aliás expressos na Visão Estratégica Para A Cooperação Portuguesa, Resolução do Conselho de Ministros nº 196/2005. E que espera, que esta não seja agora revogada pelos novos poderes instituídos. Aproveitou para afirmar a E&O, como espaço de intervenção a nível nacional, nas vertentes da aprendizagem colaborativa e na da inovação social. Terminou, afirmando que este é um Protocolo muito especial para a E&O, concordando com senhora Presidente quanto às razões aduzidas.

O Protocolo assinado, visa estabelecer uma plataforma de parcerias que envolvam entidades da sociedade civil portuguesas e estrangeiras, com particular relevo para os países de expressão portuguesa, nas vertentes da Educação e a Cooperação para o Desenvolvimento, tendo em vista a consecução dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.

» Protocolo

 
2011-11-18
 
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